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Bom Dia de Fernando Pessoa – uma imitação de soneto de João Bosquo

Fernando Pessoa diz: bom dia!
Em um poema de alta periculosidade
Sem medo de ser identificado
Como poeta português

Tudo que podemos somar
Dois e dois, remar rio abaixo
Descer às profundezas do Pantanal
Vem da herança lusitana...

Bom dia! Responde o leitor
De outro lado do continente
E sorridente olha para fora

Da órbita terrestre e vê o dia
Que se agiganta como um sol
E brilha infinito como uma estrela.
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