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Eu vi o cachorro sorrindo

Quando vi o cachorro sorrindo pra mim
Não acreditei, mas pensei: é meu dia de sorte!
Não são todos os cachorros que sorriem
E mesmo aqueles que riem, sorriem,
Não riem toda hora, qualquer momento

Nos dias de sorte, costumo andar, caminhar
Devagar, olhando para o céu, contando estrelas
E - se de dia - decifrando as formas das nuvens
E nesses dias de sorte, sempre, posso dizer,
Descubro uma nova estrela, um novo rosto


Hoje, depois do cachorro sorrindo, descobri
Você lendo lento este poema – meio sem sentido –
A dizer coisas que nos deixam alegres
E outra ponta de felicidade por descobrir.

><>A versão revista, mas não a definitiva, leia clicando AQUI

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